Você também deseja abandonar Jesus? É fácil fugir de Deus, mas o seu amor nos leva ao seu encontro!
Posted by guerrero in Mensagens, Motivacionais, tags: acreditar, amar, amizade, amor, bondade, entendimento, entusiasmo, escritor, espiritual, fe, feliz, fraterno, humanidade, Jesus, leitura, liberdade, luta, otimismo, palavra, paz, perseverança, poesia, prosseguir, sabedoria, seguir, ser, sincero, verdadeiro, vida Array«Diante de Jesus cada qual se sentia colocado perante uma exigência absoluta, uma escolha rigorosa e decisiva. Ficava-se, acto contínuo, despojado de todos os refúgios. Perdia-se segurança, vacilava-se estonteado com as alturas para que Ele impelia.Então, uns refechavam-se rancorosamente, recusando-se logo, para maior segurança, não descansando enquanto não alcançavam medrosamente os seus covis. «Ele exagera… Impossível! Com que direito exige tudo isto?». E para futuro evitavam encontrá-l`O, ouvi-l`O e pensar no caso.
Sempre foi muito fácil fugir de Deus. Deus não força ninguém. Deus espera. Deus chama com infinita paciência. Mas nada pode contra aqueles que recusam expor-se ao Seu olhar e à Sua voz, aqueles que fingem prudentemente não O terem reconhecido.
«Vós também quereis abandonar-me?»
Porém, outros, ainda que também amedrontados, agitados e aturdidos, continuavam a escutar. E à medida que Ele falava sentiam e compreendiam haverem desde sempre esperado que Alguém lhes exigisse aquelas coisas inauditas, haverem sempre esperado Alguém, para crerem n`Ele, que ousasse exigir-lhes tudo aquilo. Só uma exigência assim total podia corresponder à sua imensa esperança.
Era como que um orvalho que despertasse, de súbito, a parcela mais profunda de nós mesmos: sentia-se que a verdadeira religião não poderia ser senão aquela; que Aquele que exigia a renúncia a tantas coisas era também Aquele que nos podia dispensar delas; que somente Aquele que exigia tudo isto, podia infundir a coragem de nos conformarmos.
O maior sacrifício era a maior libertação. Pois estamos obrigados a confiar absolutamente naquele que de tudo nos despojou…»
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